31 de janeiro de 2017

Imprensa que mete nojo

A recente realização do 4° Congresso dos Jornalistas Portugueses parece que se ficou por isso mesmo... Pelo Congresso. Tudo bons rapazes e raparigas, cheios de boas intenções, mas que na prática se traduziu em zero, nada, nicles.
Vem isto a propósito de uma percepção meramente pessoal, que não tem nada de científico, mas traduz no que tenho visto no concreto.
Por motivos profissionais sou "obrigado" a consumir a imprensa escrita regional bem como a de âmbito nacional, sobretudo a de maior tiragem e dita de "referência".
No que toca às publicações madeirenses, nada a dizer, já todos sabemos o que a casa gasta. Ponto.
Ao nível da imprensa nacional de referência, é um autêntico nojo e só apetece vomitar em cima. Os grandes grupos económicos nacionais concentram a propriedade dos títulos, e, escusado será dizer, que verborreiam diariamente até à exaustão aquilo que a direita defende. Não quero dizer que todos deveriam ser de esquerda. Longe disso. As diferenças existem e podem ser salutares. O que não admito e não consigo compreender é que ao folhear alguns pasquins só vejo uns brilhantes idiotas a tentar fazer, tendenciosamente, opinião, e direccioná-la para a sua área política e de preferência ideológica ao ponto de serem, inclusivamente, ofensivos.
Julgo sermos merecedores de mais e melhor imprensa, e sobretudo de melhor jornalismo!

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